terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Mais Uma Maneira de Dar Nova Vida ao Pão

No meu trabalho actual temos uma copa. E temos pão fresco caseiro e grande, oferecido, às segundas e quartas 🙂. Nada mau, eu sei 😉.
(Imagem retirada daqui)
Como sou eu que faço o fecho às segundas, tenho de arrumar a copa e acondicionar devidamente todos os alimentos que não foram consumidos, inclusive o pão que sobrar.

Trato dessa tarefa todas as segundas, ciente que, apesar de os profissionais não se importarem por terem pão do dia anterior à terça, a verdade é que a minha colega, que faz os turnos das terças, nunca o coloca à disposição deles...😕 De maneira que, quando chega pão fresco à quarta, encontro SEMPRE o pão de segunda, tal e qual como o deixei, dentro do armário despenseiro 🤷‍♀️...

(🙄Não perguntem, digo já que não vale a pena... Já fiz desenhos, pinturas, já dei ordem e já implorei - nada a faz colocar o pão de segunda à disposição na terça 🙄)

Sendo assim, acabo por ser sempre eu que levo, no fim do meu turno às quartas-feiras, esse pão, já duro, para consumir em casa.

E sabem como é que o faço ficar, tal e qual, como quando é acabado de fazer?...😊

Passo o pão por baixo da torneira de água fria (pão não fatiado) só uma vez chega, e coloco-o assim, meio molhado, no forno aquecido a 200°. Dependendo do tamanho do pão, deixo ficar entre 5 a 10 minutos.

Quando retiro do forno, 😊 até estala!!!😋 E o interior fica macio novamente!🤤

Pode-se comer logo de imediato, quente, ou deixar arrefecer. Fica como se fosse do dia!😉

Ora experimentem, e depois digam lá se não é verdade!😊

(Esta técnica também dá para pão descongelado, mas aí só se borrifa com água. Também dá para aquele pão que já está tão duro que parece pedra, mas aí tem de se molhar umas duas ou três vezes, para conseguir humedecer em condições. Também dá para papo-secos, ou caseirinhas, ou merendeiras, ou vianinhas, ou...😅 Dá para tudo! Só depende da água e do tempo de forno.😉 Não é difícil, chega-se lá com a prática 😉)

Cumprimentos, e tenham um bom pãozinho "velho"!😉
Ariana

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Vamos Falar de "Popicas"?

Uma tia minha conta muitas vezes a história de como percebeu, bem cedo, que eu não seria uma criança fácil de convencer a fazer algo errado, se eu já estivesse convencida que era errado.😊

Foi numa tarde em que me levou a passear, ainda eu não teria os meus 5 anos. A certo ponto da tarde, ela perguntou-me se eu gostava de "Popicas".😊

E eu perguntei o que era isso. Quando ela me aponta para a montra, e eu vi o que era, conta a minha tia que tentei corriji-la sussurrando-lhe ao ouvido "Tia, não são Popicas, são Pipocas..."😄

Ela decidiu testar até onde ia a minha convicção, se bastaria um adulto afirmar uma coisa para eu me encolher perante a sua autoridade, mas correu-lhe mal😇. Quanto mais insistia em que "Não querida, são Popicas!", mais eu me insurgia contra o "engano" e defendia, já a plenos pulmões e a espernear "Não são nada!!! São PIPOCAAAAAAS!!!"😆

Estava descoberta a fibra da miúda. Tendo consigo a verdade, não havia quem lhe desse a volta.😇

A verdade é que nem me apeteceu comer as pipocas que ela me comprou nesse dia, de tão irritada que fiquei, com a afronta que sentia que a minha tia me tinha feito. (A sério, 😊 lembro-me de pensar "Mas ela pensa que eu sou burra, ou quê?..." tal era o meu despeito 😂)

Eventualmente esse incidente passou ao esquecimento, e eu passei a gostar de Popicas, e de Pipocas, tanto faz!😁

Este fim de semana tínhamos programado tarde de cinema em casa. E o que é que vai bem com cinema???😋 Popicaaaaas!!!😄

Lá fiz a encomenda das pipocas para entregar em casa, maaaassss... quando o estafeta chegou, até ia caindo de quatro!!!!😲

Então não é que o pacote de pipocas não é um pacote?!... É uma TORRE de pipocas!!!!🤪 Quero dizer, nós gostamos de pipocas, mas assim taaaanto também não! 😅

Bem, e quem é que gosta de pipocas murchas??? Pois, porque não comemos tudo naquela tarde, ainda ali tinha 1 "Torre" inteira e outra meia de pipocas para consumir...😅


Pode-se guardar numa embalagem com tampa hermética, para manter o crocante das pipocas por mais tempo. Mas eu não tenho nada que dê para guardar tanta pipoca junta!😤

Então, como é que fiz?

No domingo, quando decidimos dar mais um avanço às popicas, liguei o forno a 200° durante uns 10 minutos (sem nada lá dentro, só para aquecer bem). Depois desliguei o forno, e coloquei um tabuleiro com as pipocas que íamos consumir e deixei ficar no forno a apanhar o calor também uns 10 minutos. Retirei do forno, pus nas tacinhas, e... CRUNCH!!!!!😄 Popicas estaladiças para toda a gente!!!

"Então quer dizer que já acabaste com elas?..." perguntam vocês?...😋

Naaaaaa, respondo eu!😂 Aqui em casa aplica-se a lenga-lenga:

"É pipocas ao almoço, é pipocas ao jantar, é pipocas a toda a hora, NÃO HÁ MEIO DE ACABAR!!!"😂😂😂

Mas ao menos, que as comamos ESTALADIÇAS!😉

E vocês, gostam de "popicas"???😊

Cumprimentos,  e tenham uma boa segunda-feira!💕
Ariana

(P.s.: Antes que me crucifiquem😅: Sim, eu sei fazer pipocas em casa, sim, ficam muito boas, mas não, não tinha o milho que é muito mais barato em casa para as fazer...😇 e estando de cama, optei pela encomenda... foi a primeira vez que fizemos isto, não saiu barato, mas agora já sabemos porquê!...😆 Lição aprendida!😉)

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

"Nem Só de Pão Vive o Homem"

🤗 Pois não.


Também vive de bolo de água 🤤🤤🤤 (sem trigo, claro):


 ...😋 e de pãozinho de ameixas🤤🤤🤤:


... e de bolinho de limão 🤤🤤🤤:


A vida não tem de ser cinzenta só porque não podemos fazer tudo o que quisermos (🤗como por exemplo, empanturrar-me em bolos de pastelaria feitos com trigo, muuuuito trigo😋!) (Ai as saudades de um palmier coberto🤤, ou de um mil-folhas de caramelo🤤🤤🤤, ou de um "osso"🤤🤤🤤🤤, ou então de uma tarte de pastel de nata, um croissant!!!🤤🤤🤤🤤🤤🤤)

Vós, os abençoados pela natureza que podeis comer de tudo sem morrer ( 😤😤😤) não sabem a sorte que têm 🤗.

Desejo-vos um bom cafézinho a meio da manhã (ou um bom pingo, para alguns😉) acompanhado de um qualquer bolinho que escolham. E quando o trincarem, lembrem-se da Ariana, e sejam ainda mais felizes por poderem trincar tal coisa!😊

(Ai, que é hoje que me desgraço ehehe! Tanta pastelaria no caminho para o trabalho!...😄)

Cumprimentos, e sejam felizes!💕
Ariana

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

O Processo da Mudança Não Acontece de Repente

Tenho muito da minha vida que quero mudar. Não sei como é que esta insatisfação se instalou, não foi assim Pimbas! de repente, porque senão já tinha feito asneira na certa.😋

Acho que este desejo veio mesmo devagarinho, de pantufas fofinhas e macias, sem ninguém dar por ele a não ser quando já me encarava de frente, olhos nos olhos, a perguntar-me "Ouve lá, mas é isto que tu queres para ti?... Para o resto da tua vida activa???"

Dei por mim a acenar que não com a cabeça, mas depois vi a utente espantada a olhar para mim e eu disfarcei e sorri "Desculpe...Estava aqui a pensar uma coisa.😊 Não tem importância. "

Só QUE TEM!...

Tem toda a importância da minha vida. Faz doer a minha pessoa, arranha-me a pele, esmaga-me o peito até não conseguir respirar. TENHO DE MUDAR ISTO.

Poder-se-ia argumentar que uma pessoa madura não foge dos problemas, mas enfrenta-os assim, de frente, pela cornadura, sem ligar aos possíveis rasganços no corpo.

Sim, mas e se o touro foge, volta para dentro, ou pior, senta-se à nossa frente, cruza as patas dianteiras e palita indiferentemente os dentes com os cascos??? Se faz orelhas moucas, pousa o bracinho nas nossas costas e dá-nos um discurso motivador de 2 minutos, enquanto nos empurra para a nossa secretária???

Há forma de enfrentar isto sem se arranjar um despedimento com justa causa?...🤔

E foi isto. 🤷‍♀️

A vontade de mudar voltou a olhar para mim, e a perguntar-me "Mas o que é que ainda estás aqui a fazer?..."🤦‍♀️

Só que mudar mete medo.

Assusta.

Tem taaaanta coisa para correr mal! 😳

Primeiro, a minha idade. Seria irresponsável pensar que posso simplesmente dar um Basta! e sair porta fora que outras portas estarão prontinhas para me receber, porque não estarão. Já não tenho o aspecto de uma miúda de vintes... Portanto, ou encontro alguém que quer meeeesmooo alguém mais experiente, ou estou tramada.

Segundo, a minha saúde... Claro que não vou chegar ao entrevistador e dizer de chofre "Prazer em conhecer, sou a Ariana, tenho fibromialgia e duas hérnias discais que me tramam para esforços maiores e até me atiram para baixas médicas de vez em quando!"😅 Teria o caminho para a rua indicado em 3 segundos.

Terceiro, o horário. Eu sei que ninguém (ou quase ninguém, vá) trabalha só nós dias úteis, sem  turnos que envolvam feriados e fins de semana. Já eu, não sei o que é isso HÁ DÉCADAS... e gostava de continuar sem conhecer.😉 Não vai ser fácil.

Quarto, o ordenado. Ah!!!😊 Aí é fácil! Qualquer part-time aqui em Lisboa render-me-ia o mesmo que ganho no meu trabalho a part-time do qual ainda pago passe mensal de autocarro para ir trabalhar. Portanto, SE arranjasse trabalho cá, este assunto do ordenado não seria problema. Ou seria?...🤔 A bem ver, agora sei sempre quando e quanto irei receber, afinal,😋 sou eu que pago a mim mesma!!!😁 Mas também sei que nunca irei ficar sem receber, porque se a coisa está a ficar preta num mês,  sou eu que acciono os alarmes e implemento medidas para que os ordenados não faltem. Mas e depois?... Quando, quanto e será que vou receber mesmo?...🤔 Pois - 🤷‍♀️ é um tiro no escuro.

De maneira que, por agora, tenho feito com a mudança o mesmo que essa vontade fez comigo: vou de pantufas, fofinhas e silenciosas🤫.

Currículos já os envio, sempre que algo me interessa.

Entrevistas, vou a todas que me chamem, mesmo que por agora não tenha as condições necessárias para deixar o meu actual trabalho. Hoje é mais uma!😉

Estou... 😇 em slow motion! Mas que estou a ir, AI ISSO ESTOU!!!🤗

Afinal, o que importa é não parar, certo?, que "Parar é morrer!"😉

E vocês, alguma mudança na vossa vida?...🙂

Cumprimentos, e até amanhã!💕
Ariana

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Para Começar Bem a Semana

Nada como ler um título como este:

"Há 10 moedas de 2 euros em circulação que valem milhares e uma pode estar na sua carteira"

E depois reconhecer que, de facto, já me passaram algumas pelas mãos 😳😳😳...


E já agora, também já tive uma destas na carteira, e não lhe liguei nenhuma!...🤦‍♀️

E a partir de agora, também vou ter muuuita atenção a cada moeda de 1€ que me caia no regaço (😊figurativamente falando, entenda-se😉).

Vá... ide ver as vossas moedinhas na carteira, no porta-moedas, no carro, no porquinho dos filhotes, no mealheiro das moedas de 2€, nos bolsos dos casacos e nas almofadas do sofá, ide ver tudi-tudi-tudi!😋 Pode ser que comecem melhor ainda esta vossa semana 😊 (Já eu, não poderei dizer o mesmo🤷‍♀️)

Depois não digam que não vos avisei.🤗

Cumprimentos, e tenham uma óptima segunda-feira!💕
Ariana

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Um Pouco de Mim

Lembro-me de ouvir a minha mãe dizer: "Ariana, não fales COM NINGUÉM que tu não conheças, sejam adultos ou sejam meninos, se não estão na tua classe ou a trabalhar lá dentro da tua escola, NÃO FALAS COM NINGUÉM! E muito menos ires com eles a algum lado, ver qualquer coisa!... Ariana, estás a ouvir-me?!..."

Já a mente prodigiosa da Ariana a tinha levado para outras paragens, outros mundos, de fadas e princesas, e brincava com o vestido como se fosse da realeza...

Não é que não ouvisse as palavras preocupadas da minha mãe. Só não percebia os motivos de tanta preocupação. Para mim, o mundo era uma coisa maravilhosa a ser descoberta, e todas as pessoas eram pessoas, fossem conhecidas ou não, eram merecedoras do meu respeito, e "não falar" com desconhecidos parecia entrar no campo que eu entendia como falta de respeito...

Quantas vezes fiz o caminho de ida e volta da escola acompanhada por meninas ciganas, que viviam nos pinhais do caminho. Conversávamos, ríamos, cumprimentávamo-nos e despedíamo-nos como se nos tivéssemos conhecido toda a vida. Eram ciganas? Sim, percebi-o quando cresci. Para mim, eram meninas como eu.

No caminho para a escola, dizia bom dia a toda a gente por quem passasse. Os desconhecidos deixaram de o ser, com o tempo.

Para a minha natureza, era normal encarar toda a gente como meus iguais. Não fazia, e ainda não faço, pré-juízos de valor, e não discriminava ninguém, tal como ainda não o faço, seja em que situação for.

Mas depois fui à escola.

E apesar da minha natureza ternurenta, amigável e indiscriminadora, fui violentamente acordada para a crueldade das pessoas. Dos meninos também.

Por ser de religião diferente, fui vítima de preconceito. Fui discriminada entre os colegas, e até entre os professores...

Fui sucessivamente atacada nos intervalos da escola, assediada e abusada pelos mais velhos, gozada e enxovalhada pelos mais novos.

Tiravam-me a mochila, espalhavam-me os cadernos e os lápis pela areia do recreio, o meu lanche era roubado para servir de bola de futebol para os rapazes, as minhas borrachas, afiadeiras, réguas e tudo o que pudessem pedir emprestado desapareciam milagrosamente, e quando confrontava aquele que a tinha pedido emprestado a resposta era sempre que a tinha emprestado a fulano, que a passou a sicrano, que não sabe onde está porque lha tiraram da secretária...

Quase todos os dias chorava na escola. Levava empurrões, faziam círculos de gozação à minha volta, iam-me buscar à casa de banho ainda com a roupa por vestir... Passei a precisar de ser escoltada por uma contínua, para simplesmente satisfazer as minhas necessidades biológicas... Mas isso quase nunca se levava a sério, era só eu e todos os outros...

Fui vítima de bullying. Mas não me encolhi. Quantas vezes ouvi a minha mãe dizer-me: "Se não podes vencê-los, junta-te a eles." Para fazer isso, tinha de negar a minha natureza. Tinha de criar dentro de mim um lugar feio e mau de onde saíssem ataques aos outros. Ainda consegui passar à prática, durante o 5º e o 6º ano, mas detestei aquilo em que me tornei. À simples menção do meu nome, os rapazes endireitavam-se ou fugiam, as raparigas ficavam aliviadas e sentiam-se protegidas. Mas eu detestava. A minha natureza não é a de infligir golpes nos outros para que não me atinjam a mim. A conhecida máxima "A melhor defesa é um ataque" não me servia. E continua a não me servir.

Investi em mim. Em me tornar melhor. Melhor aluna, que consegui com facilidade, destacava-me de todos os outros em poucas semanas, sempre com notas máximas. Fez-me sentir bem comigo mesma. Mas angariava-me ainda mais ostracismos...

Eu não me importei, e não parei por aí. Decidida a ser melhor filha, melhor amiga, melhor esposa, melhor empregada. Toda a minha "santa" vida é um registo de vida com fasquias muito altas. Muito altas, segundo os padrões dos outros. Não são impossíveis de alcançar, para mim. Só que são mais um motivo de rancor, para os outros, contra mim. Compreendo. Mas não percebo porque deva ser maltratada verbalmente e enxovalhada publicamente por dar o meu melhor. Só porque o meu melhor é mais que o melhor dos outros?... Porque é que não vivem a vidinha deles sem olhar para o lado???...

Fui vítima de bullying na escola, de abusos físicos fora da escola, de violência verbal em alguns trabalhos, e presentemente a ser vítima de pressão psicológica neste trabalho.

Claro que tudo isto tinha de deixar marcas.

Fez-me uma pessoa desconfiada das acções e intenções de tudo e de todos. Roubou-me aquela capacidade que tinha de confiar nas pessoas sem precisar de motivos. Passei a viver segundo a máxima "Espera sempre o pior. Assim, tudo o resto será sempre uma boa surpresa."

Ainda sou imparcial, nunca discrimino os outros, nem tenho  preconceitos referentes à nacionalidade, cor da pele, estrato social, idade, etc.

Mas tenho dentro de mim um "detetor de bullying" que se acciona e me impele a "lutar ou fugir" como mecanismo de defesa.

Enquanto este "detetor" não se desactiva, estou realmente ansiosa e tremulante por dentro. Não consigo ser eu. E - não resolver a situação - desgasta-me. Transforma-me numa pessoa insegura, terrivelmente insegura. Leva-me a questionar-me em tudo, se o abuso não terá origem em alguma coisa que eu seja a culpada. Porque sempre foi isso que "ouvi" de cada vez que fui inferiorizada por alguém: "A culpa é tua! Tu pões-te a jeito!"

Luto com todas as forças para nunca me deixar convencer que alguma coisa menos perfeita da minha parte justifica os abusos e maus tratos verbais dirigidos à minha pessoa.

Eu sei que não posso ser culpada de tudo. Sei que não fiz coisa tão grave que justifique gritos, palavras duras e enxovalhantes, sarcasmo, indiferença.

Mas eu saber disso não me chega. O que precisava é que os outros assumissem a sua quota parte de culpa no processo.

E isso, infelizmente, raramente recebi.

Estou cansada.

É isto.

Beijinhos, e até breve,
Ariana

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Conselhos?...

Sem grandes pormenores, o que diriam a uma amiga que, depois de passar os 40 anos de idade, decidisse largar o seu emprego estável e seguro, e fosse tentar a sorte noutras áreas?...

Vai arrepender-se?...

Como garantir alguma proteção para o futuro?...

E a pergunta de um milhão de euros: Será já tarde demais?...😉

Cumprimentos, e deixem aqui as vossas opiniões, serão MUITO bem-vindas!😉
Ariana

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Uma Longa Relação

Um dos hobbies que eu e o maridão mais gostamos de fazer é jogar xadrez. Aliás, basta lembrarmo-nos que o primeiro objecto que comprámos para a nossa vida em comum foi...



🤗 um tabuleiro de xadrez!... Comprámos o nosso no dia a seguir a termos decidido que nos iríamos casar.🤗

Isso já foi há 20 anos!!! É o objecto de cá de casa com quem tenho a relação mais longa!😊 (Não maridão, tu não contas, não és um objecto😅)

Durante todo este tempo, o querido tabuleiro tem estado sempre em exposição nas nossas casas, sobre uma mesa, ou uma cómoda, ou um aparador, pronto a desafiar-nos para mais um jogo, neste jogo da vida.😉

Nós temos o hábito de ter sempre um jogo a decorrer. Quando um de nós tem um minuto de tempo livre para pensar na próxima jogada, viramo-nos para o tabuleiro, vemos se é a nossa vez de jogar. Como é que sabemos, uma vez que não estamos a jogar frente a frente?...


😉Viramos a torre do próximo a jogar. Por exemplo, no jogo que temos a decorrer, eu sou as pretas (😎 sim, fui eu que perdi o último jogo...😋), e como a minha torre está de pernas para o ar, sei que o maridão já fez a sua jogada e agora sou eu.

Tem sido um hábito interessante. É quase como um certificado de compromisso😉, nunca nos deixa esquecer que neste jogo da vida juntos, é necessário sabermos quando é a nossa vez de contribuir com uma "jogada", ou de esperar que o companheiro faça a sua parte😉.

Mas pronto! Deixemo-nos de divagações!😁

Este tabuleiro, que já teve milhares de jogadas a acontecer sobre ele, estava a ficar um pouco desgastado...


(Tal como acontece com alguns casamentos após tantos anos😋).

De maneira que me lembrei do meu "super-herói " preferido cá por casa, o Marcador de Tinta Permanente😉, e dei uma nova cara ao nosso amigo tabuleiro, pintando cada uma das marcas de desgaste!😁


Está quase como novo!😉 Prontinho para aguentar mais 20 anos!!! 😁😁😁

(E tu, maridão?...😊 Aguentas-me mais 20 anos?...💕 Também irei precisar de uma "nova cara" entretanto😉, os anos pesam.😁 Pena não haver um marcador para pessoas😆😆😆!)

Cumprimentos, e em vez de descartar, cuidem das vossas relações de longo prazo!😊 (objectos e pessoas!😉)
Ariana

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Gestão De Conflitos no Local de Trabalho

Carta, às Senhoras Dras, minhas superioras hierárquicas

Exmas Sras Dras,

Cheguei ao meu limite. Quero dizer-vos e fazer-vos entender que grande parte do stress e desgaste profissional que sinto nos últimos tempos é quase totalmente por vossa culpa, mas nem assim, por escrito e com tempo para processar as palavras, me vêm as palavras certas.

Claro que gosto do que faço. Estou como peixinho na água quando me entregam a gestão da clínica para a mão e me fazem sentir que confiam em mim para a resolução de qualquer que seja o soluço que surja pelo caminho.

Reconheço que o nível de responsabilidade que me concederam não foi justificado pelo meu Certificado de Habilitações e sim pela capacidade demonstrada a cada momento no desempenho das minhas funções.

As Dras sempre me fizeram sentir que tenho a liberdade necessária para resolver problemas, alterar procedimentos, instalar novos protocolos, tudo o que fosse necessário para o bem da clínica.

E é nesse ponto que gostava de tocar.

Sempre agi para o bem da clínica. Nunca foi um caso de escolher o que era melhor para mim, ou para a minha colega. Qualquer tomada de acção foi accionada, sempre debaixo da vossa tutela, e sempre para o benefício da clínica, para a sua boa reputação, para o seu crescimento. 

Tendo isto em conta, estou decepcionada com a postura que as Dras têm adotado ultimamente comigo, criando questões com a minha personalidade, acusando-me de me achar superior a todos, e até às Dras como minhas superioras hierárquicas,  interpretando cada palavra minha como um desafio à autoridade que legalmente têm.

Estou desalentada por não me concederem a dignidade de ter 1 hora do vosso tempo e da vossa atenção indivisa para resolvermos esses mal-entendidos, como se acusações assim graves pudessem ser colmatadas com 10 minutos de perguntas a correr e interrupções de telefonemas e clientes que surgem.

Acusaram-me de ser arrogante. De achar que só eu possuo toda a verdade. De ter uma postura de desafio, que toda a gente vê e se queixa. Todas as semanas nos últimos dois meses apontam alguma coisa de "impróprio " e "desajustado" da minha parte.

Lamentavelmente, eu acreditei que tinham base para tal acusações, e fiz a minha própria pesquisa junto dos colaboradores da clínica, um a um, pedindo desculpas a cada um que achasse que tais acusações eram reais e que se sentisse ultrajado por mim.

Digo "lamentavelmente", porque foi uma sondagem desnecessária, na medida que dos 5 que abordei, 5 referiram inexistência de problemas comigo, com a minha postura ou com os seus utentes particulares. Três destes cinco apontaram reconhecer que eu e a minha colega funcionamos numa base de autonomia isolada, sem supervisão de apoio, e debaixo de muita pressão para apresentar resultados rápida e independentemente do quão assoberbadas de trabalho estejamos. E dois destes cinco referiram que entre mim e a minha colega, é comigo que vão ter quando precisam de algo, porque sabem que eu o farei atempadamente e dentro dos niveis de qualidade que desejam, e apontaram que, muitas das vezes, são agradavelmente surpreendidos porque lhes devolvo mais do que aquilo que pediram.

Ora, isto diz-me muito.

Diz-me que aquilo que eu venho a sentir da vossa parte não é imaginário, mas real. Que a aplicação da vossa autoridade sobre o como e quando cumpro as minhas funções é dura e arbitrária, causando grande desconforto entre os colaboradores, entre mim e a minha colega, e até entre os nossos clientes.

Quantas vezes já me aconteceu estar a atender uma cliente qualquer, e vir uma das Dras interromper-nos com perguntas de somenos importância, como "Já fez aquilo que lhe pedi há bocado?", ou "Já reparou que a casa de banho cheira a esgoto?" Ou "Ligue-me para este número agora, se faz favor!", eu sei lá!, são tantas e tão variadas as situações que podia reportar, e que após se afastarem de mim e da recepção, recebo por parte da cliente uma expressão de desagrado com a pergunta "Mas quem é aquela?" ao que respondo envergonhada "É uma das minhas patroas..." ao que frequentemente se sentem à vontade comigo para concluir "Tem ares de quero, posso e mando! Francamente!..."...

Não percebem? O sucesso da vossa empresa depende dos clientes. Eles são o nosso ganha pão. Se eles não sentirem que são a prioridade não irão voltar ali, mas irão procurar os mesmos serviços noutro lado!

Não argumentem que noutro lado não há melhor, que são das melhores na vossa área, ou que clientes assim também não os querem... Se se recordarem bem, ainda há 7 anos esta clínica esteve em espiral descendente, rumando a ruína, e uma das minhas sugestões para evitar a bancarrota foi colocarem-nos a nós, funcionárias, em regime de part-time, até à situação financeira da clínica se restaurar...

Mas, se continuam a desprezar clientela, a situação nunca chegará ao ponto de saúde financeira que permita o restabelecimento dos nossos horários e ordenados. Se não se recordam, eu lembro-vos, que foi por ter passado a part-time que deixei de ter capacidade para cumprir com as minhas obrigações financeiras, e que daí se desenrolou toda a miséria que foi a minha vida até vender as nossas casas.

Depois vem também o descaso que demonstram para com o meu cansaço físico, a minha necessidade de ter tempo para vos escutar quando dão directivas e não mo concedem, a frieza com que me mandam ir buscar pesos ao carro sabendo que vim de uma baixa médica prolongada por hérnias discais, as exigências para resolver certos "problemas" antes de qualquer outra coisa, quando na realidade, nem são problemas reais nem são urgentes.

A minha atitude pode ter um problema, mas não se chama "arrogância", nem "altivez", nem "manias de superioridade, de só eu ser detentora da verdade "... Chama-se DESAPONTAMENTO, DESILUSÃO E DESMOTIVAÇÃO.

Porque após 14 anos prestados com todo o empenho para o melhor da vossa clínica, carregando na minha vida pessoal o impacto desses 14 anos, recebo acusações e sentenças sem ter hipótese de defesa ou correção dos mal-entendidos. Parece que, não sei porquê nem como, deixei de vos servir como funcionária.

Parece-me, que na realidade, tudo não deve passar de um esquema para me empurrar para uma carta de despedimento da minha parte, que por qualquer motivo que desconheço, seria muito bem recebida por vós.

Lamento.

Esta não é uma carta de despedimento.

É uma purga. Uma meditação dos factos.

E também é uma ténue esperança de que, sem qualquer motivo e completamente ao acaso, me encontrem por aqui, me leiam e se identifiquem. Talvez o meu blogue seja mais merecedor do vosso tempo e atenção do que a minha própria pessoa.

Enquanto isso não acontece, vou continuar. A dar o meu melhor. Mas tenham cuidado. Eu não sou parva. Sou LEAL. Coisa que muita gente não sabe nem entende o que é.

Com os meus cordiais cumprimentos,
Ariana

(E é assim que vão as coisas por Emprego-city😞)

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

ERSAR, e Finalmente CNIACC

A senhora do Contencioso dos Serviços Municipalizados tinha dito para eu tentar apresentar reclamação à Entidade Reguladora deste tipo de Serviços, a Ersar (Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos).

Visto que a resposta dos SMAS à minha reclamação foi infrutífera,  acabei por reunir todos os documentos que tinha e apresentar reclamação na Ersar.

Claro que todas estas andanças levam tempo. E com esse tempo, também os juros de mora estavam a acumular. Já ia em 140€ a suposta dívida que me atribuíam...😖

Mas aguardei.

E aguardei...

E dois meses depois, lá recebi a resposta da Ersar à minha reclamação dos SMAS da terrinha.

Querem ver qual foi?...🙄


Estão a ver ali aquele ponto de interrogação?...😉

Eu explico:

Na resposta que os SMAS deram à ERSAR, referiram-se a uma fatura cujo número não constava da lista devedora que me enviaram a solicitar pagamento! E  afirmaram que teria sido entregue em 2014, quando na comunicação comigo declaravam que tinham entregue a comunicação de dívida em 2012! 😤 Então em que é que ficamos?! Foi em 2012 ou 2014??? Que rol de...😤😤😤!

Já não sabíamos mais o que fazer.

A dívida a aumentar, o meu nome sujo, as incorrecções acumuladas que mais razão me davam.

Até que, lá no trabalho do maridão, alguém lhe falou no CNIACC...😊

Que seria gratuito no caso de termos razão, que teria a mesma autoridade que um tribunal, quer a Entidade acusada concordasse com a mediação, quer não.

E assim foi.

Enviei todos os documentos ao CNIACC via email, fiz a reclamação directamente na sua página online, fiz pedido de mediação por email, dei todos os pormenores e informações via email (ou seja, nunca precisei de me deslocar ao CNIACC para que a coisa fosse para vias de facto😉), os SMAS espernearam, rejeitaram a mediação, apesar do CNIACC lhes demonstrar as incorrecções nas suas comunicações comigo e com a Ersar, de maneira que avancei para um PEDIDO DE ARBITRAGEM.

E finalmente, 1 ano e meio depois de ter recebido aquela famigerada carta, o Árbitro deu a sua sentença 😊.

E para aqueles que ainda duvidavam do valor deste tipo de Arbitragem, deixo aqui parte da sentença, para tirar dúvidas e teimas.


Estou sempre a aprender...🤗 

Foi um problema causado por nós?-FOI. Não nego a nossa parte de responsabilidade ao ter deixado o contrato aberto em meu nome.

Se era justo ser eu a pagar pelo incumprimento do prometido pelos compradores? Não. Acho que seria justo fazerem uma busca pela base de dados dos seus nomes, com base na data da escritura da venda, e imputar a dívida a quem de facto era o proprietário do imóvel. Mas isso tinha pano para mangas em termos legais...🙄

Deixo o nosso testemunho. Se tiverem algum litígio com alguma entidade, não baixem os braços. Estas entidades moderadoras e de arbitragem existem exactamente porque os abusos também existem. Peçam informação, indaguem,  e se tiverem razão,  usem estes mecanismos. 

Nem sempre tem de ser o pequeno a pagar!😊

Cumprimentos, e até amanhã!😘
Ariana



quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Uma Dívida Que Não Era Minha

Pois foi. Fiquei ali a olhar para a funcionária da Tesouraria dos Serviços Municipalizados, com a lista das facturas por pagar de 2011 e 2012.

Preto no branco, era o meu nome que estava ali. Eu tinha de fazer alguma coisa a respeito. Afinal, tanto nos debatíamos para conseguir pagar todas as nossas dívidas sem incorrer em incumprimento, e afinal tinha o nome "sujo" desde 2011?... Durante 5 anos????

- "Se vendeu a casa assim há tanto tempo, é ir lá falar com os proprietários e confrontá-los com esta situação. Afinal, nunca cumpriram com o combinado, de mudar o contrato para o nome deles..." - disse a funcionária, bem intencionada.

O problema é que a casa estava vazia e à venda... Já tínhamos reparado na tabuleta "Vende-se" lá postada na janela, secalhar, há mais de 3 anos. E ninguém sabia para onde tinham ido os "maganos"...😕

Agradeci a sugestão, e voltei para o carro, cabisbaixa. "Mas não haverá nada que eu possa fazer para me livrar disto?... A dívida NÃO É MINHA. Tenha estado com o meu nome ou não. Não consumi este bem, não tenho de pagar pelo que não comprei...😖"

Decidi fazer reclamação por escrito. Invocando o decreto lei sobre a prescrição da dívida, pois só me foi dada a conhecer 5 anos depois do acontecimento.

Sabem a resposta, não sabem?...😉

Eu passo a mostrar:


Ponto número 1: assentavam a justificativa na premissa de que eu tinha recebido as comunicações de dívida na altura em que as enviaram, 2012. Coisa que não aconteceu.

Ponto número 2: eu tinha, na altura, outro contrato de fornecimento de água, no mesmo nome que o da dívida, na mesma cidade, nos mesmos Serviços Municipalizados, e não me enviaram nenhuma correspondência para lá, na data do incumprimento, para que pudessem argumentar que eu tinha conhecimento do mesmo.

Ponto número 3: Quando em 2016 voltei a pedir contrato de fornecimento de água, para uma morada diferente da da dívida, os Serviços Municipalizados souberam fazer cruzamento de informação e enviar, para a minha morada actual, a dívida referente à morada mais que antiga. Assim, perguntei-me: porque é que não me enviaram as cartas, em 2012, para o contrato activo em meu nome na época???🤔 Que o sabiam fazer, e que o podiam fazer, estava comprovado ali mesmo, com aquela comunicação remetida à minha última residência.

Assim, como avançar para resolver a coisa?...😉

E não, ainda não foi o CNIACC😊!

Cumprimentos, e até amanhã!
Ariana

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Ora Então, Vendemos a Nossa Casa



Não, não estou a falar da última. Nem da penúltima. Nem da antepenúltima 😊

Vou mesmo falar da nossa PRIMEIRA casa! Para onde fomos quando nos casámos. Há 20 anos.😉

Vivemos nessa primeira casa 4 anos. Foi tempo suficiente para percebermos que queríamos mais espaço, mais divisões, mais varandas ou terraços, mais... tudo.🙄 (Claro, se fosse hoje...😉 nem me tinha mexido!)

Portanto, vendemos a casa. E comprámos outra. No mesmo bairro. Ou melhor, NO MESMO LARGO (este pormenor pode parecer insignificante, mas vão ver que não é 😉)

Os compradores da primeira casa pediram se podíamos deixar a água e luz a funcionar, porque iam mudar-se num dia de semana, sem férias nem nada, e depois da mudança tratavam da alteração de titular dos contratos. E nós, (GRAN-DE AS-NEI-RA) deixámos.  Porque éramos, essencialmente, boas pessoas😊. (E ingénuos com'ó catano!🤦‍♀️)

Mudámos para essa tal nova casinha. Onde vivemos mais 5 anos. Na mesma cidade. No mesmo bairro. No mesmo largo, até, e, portanto, mesmos Serviços Municipalizados😉.

E depois comprámos mais uma casa (pois, o mercado  imobiliário estava em alta, lembram-se?...🙄). Onde vivemos mais dois anos. Na mesma cidade, também, portanto, MESMOS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS😉.

Foi daí que viemos viver para Lisboa, da primeira vez. Mantivemos as duas últimas casas compradas, no negócio do arrendamento.

Vivemos em Lisboa mais 5 anos, e tivémos de voltar para a terra, e fomos habitar a nossa última casa novamente.

Perderam-se nas contas do tempo?...😊 Eu ajudo:

Foram exactamente 12 anos que passaram, entre a venda da primeira casa até ao nosso regresso à terra.

Agora dois pormenores curiosos:

1. Em todas as nossas moradas, os contratos da água, luz e gás foram sempre feitos no mesmo nome. No meu.
2. Em todo esse tempo, o contrato da água da primeira casa nunca foi alterado para o nome dos compradores. E eu não sabia...

Foi então, quando activei o novo contrato da água na nossa casa da terrinha, em 2016, que fui presenteada com uma missiva da parte dos Serviços Municipalizados a "informar-me" da "dívida" existente em meu nome àquela instituição, referente a facturação de 2011 e 2012. (Nós vendemos aquela casa, lembram-se?... Em 2003.) Mais custas de mora. A módica quantia de 120€.

Agora, meus amigos, o palco já está montado.😉 O teatro vai começar!😉 Qual acham que foi o primeiro acto?... Não,  não foi o CNIACC.😉

Cumprimentos, e digam de vossa justiça!😊
Ariana

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Como Foi a Vossa Semana?


A nossa foi serena.🙂

Não foram férias de passeio. Foram dias de descanso, sem despertador, com livros na mesa de cabeceira para ler até apetecer uma sesta. 😉

Estava precisada. Aliás, estávamos precisados!, não estávamos maridão?😉

Esta semana de trabalho começa comigo mais calma. O que, para a minha saúde, é POR DEMAIS IMPORTANTE 😉.

Tenho mais histórias para partilhar.🙂

Uma delas começa com a pergunta:

Já ouviram falar, ou conhecem, o que é o CNIACC?... Alguma vez fizeram uso?😉

Cumprimentos, e tenham uma boa segunda-feira!😘
Ariana

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Vou Fazer Férias Deste Blog




Caaaaaalmmaaaaaaaaaa🤗




É SÓ UMA SEMANA.🤗




U-ma-se-ma-na.😎




É apenas uma semaninha sem vos abrir a porta desta "casa", sem "cozinhar" todos os dias para quem também me visita todos os dias.

Mas espero que me perdoem.😊



Dia 18 cá estarei, de joelhos no chão e mãos unidas para vos suplicar que me perdoem a ausência e que me deixem compensar-vos.😁

Agora vá, não se esqueçam que têm encontro marcado com o Manual dia 18!💕


Cumprimentos, e boas poupanças até lá!🙂
Ariana

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

"Já Me Deu o Talão?"

- perguntei eu à menina que tinha acabado de me atender.

Encontrei no rosto dela um ar desconcertado, talvez até surpreendido.

- "Sim, o talão desta compra?... Eu sei que não paguei nada, que foi só descontar do saldo, mas eu preciso do talão à mesma." - dei por mim a explicar, a tentar aliviar o ar de espanto da jovem.

Foi então que o rosto dela se iluminou e me perguntou:

- " Ah!!! A senhora também verifica e aponta tudo??? Eu costumo apontar tudo o que gasto num caderninho!"

Confirmei que sim, que só assim se faz um bom controlo das contas. E fui sentar-me, a beber o meu abatanado, comprado com saldo do cartão Continente.

Fiquei a mirar a moça. Não deve ter mais que 20 anos. Portanto, eu tenho à vontade mais uns 20 e tal do que ela. Talvez tenha ficado surpreendida por alguém da minha idade ainda tomar nota de todas as despesas. Já eu fiquei admirada de alguém tão jovem estar tão acordada para a necessidade de controlar o que se gasta. Porque no meu tempo, na idade dela, mal se falava disso, de gestão financeira ao nível doméstico.

Fiquei contente.

Acho que apesar da crise, dos tempos difíceis e dos muitos portugueses que não aprenderam nada com isso, existe maior percepção, na geração mais jovem, de que, assim como os recursos naturais não são inesgotáveis,  assim também acontece com os recursos financeiros: esgotam-se em mãos que não controlam.

Fiquei contente.

Espero que a jovem consiga evitar as muitas cabeçadas que eu tive de dar na vida para aprender essa lição.

E vocês, também controlam tudo o que gastam?...🙂

Cumprimentos, e sejam controladinhos!😉
Ariana

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

A Pedido de Alguns Leitores do Manual

(Atenção: eu não sou médica nem tenho formação em medicina quer convencional quer alternativa, nem em nutrição. Sou apenas uma pessoa que não desiste de procurar soluções, cuja aprendizagem na área da saude e nutrição é feita devido à minha necessidade, e também ao meu interesse e curiosidade. Estou sempre a ler e a pesquisar assuntos de saúde, unicamente para benefício pessoal ou para ajudar as pessoas que me são mais próximas.

Por tudo isto, peço sinceramente que façam as vossas próprias pesquisas e tirem as vossas próprias conclusões antes de imitarem alguma das minhas decisões nestas áreas.

Ainda mais importante, que busquem aconselhamento de profissionais da área antes de tomarem alguma decisão. Afinal, não é porque resultou comigo que tem que ou pode resultar com outra pessoa.😉)

Como mencionei neste post, a leitura destes livros:





... deixou-me convencida de que talvez a suplementação alimentar pudesse ajudar no manejamento da depressão crónica da minha mãe, assim como ajudaram nas fragilidades dos tendões do maridão. Como, para mim, o "talvez" já era mais do que aquilo que tinha até então, arrisquei o dinheiro nos suplementos, e, no caso da minha mãe, ainda bem que o fiz😊.

Alguns leitores solicitaram que partilhasse quais foram os suplementos que a minha mãe passou a tomar, e eu, depois de pensar no assunto, decidi partilhar, uma vez que é uma informação que está publicada em livros de venda livre e, portanto, está ao alcance de qualquer um.

A tabela, que consta num destes livros (Cérebro de Farinha), com a cábula dos suplementos, é esta:


Se alguém decidir avançar para a compra destes suplementos, sugiro que levem a tabela convosco quando os forem comprar, e que respeitem as dosagens e quantidades sugeridas, para depois não correrem risco de não verem efeitos em tempo útil como (imagino que) esperam.

Tenham em atenção que o DHA é um dos 3 tipos de Ómega 3 que existem:

Ácido alfa linolénico (ALA);
Ácido eicosapentaenoico (EPA);
Ácido docosaexaenoico (DHA).

...pelo que, a comprarem Ómega 3, levem em conta que a composição deve ser mesmo só Ómega 3 de DHA, ou de DHA com EPA. Não misturas de Ómegas 3 com Ómegas 6 e 9. Ou seja, o suplemento que comprarem pode ter na composição EPA, mas deve ter as mg necessárias de DHA para que, em uma, duas ou três tomas, alcancem as 1000 mg diárias. O mesmo se aplica ao resto. Se não encontrarem um suplemento cuja cápsula tenha a dosagem diária, escolham um cuja dosagem dê para, em duas ou três tomas, alcançarem a dose diária recomendada.

Outra coisa: foi-me explicado que "extracto de baga de café " será o mesmo que "extracto de café verde ". Mas, se a pessoa que vai tomar sofre com dificuldades em dormir, será bom não tomar este suplemento durante os primeiros 2 meses. No caso da minha mãe, que sempre sofreu com dificuldades relacionadas com o sono (insónias, pesadelos, sono leve, não reparador), relatou-me que começou a dormir bem logo ao fim de uma ou duas semanas. (Mais uma vez, só porque funcionou com ela não quer dizer que vá funcionar com todos...)

Também sugiro que façam a leitura dos mesmos livros (usem as vossas bibliotecas municipais, não gastem dinheiro a comprá-los, sim?😉), por vós próprios, para que procurem ver se os argumentos apresentados vos fazem sentido ou não, a fim de evitarem fazer despesas "desnecessárias".

Aqui fica uma página como amostra:


Mas, já agora (e depois de terem levado em conta todos os meus alertas), se de facto seguirem pelo caminho da experimentação dos suplementos, não deixem de cá vir dar um feedback. 🙂 Claro que cada pessoa é diferente, pode levar mais tempo, menos tempo, pode até nem resultar, mas mesmo assim, eu gostava de saber.

Podem fazer isso por mim?🙂

Cumprimentos, e que as vossas expectativas se cumpram é o que eu desejo!😘
Ariana

P.s.: Não tomem estes suplementos de estômago vazio, pois a quantidade de cápsulas/comprimidos pode deixar uma sensação de ardor no estômago. À excepção dos prébioticos e próbioticos, que diz para tomar antes da refeição, tudo o resto pode (e deve) ser tomado DEPOIS de uma refeição .

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Uma Coisa Tão Corriqueira Como o Sal

Falemos de sal.

Há toda uma gama de sais para cozinhar e para temperar, flor de sal e sal rosa, sal grosso e sal fino... Não sou do tipo de pessoa de querer ir atrás de qualquer afirmação, só porque alguém passa a dizer que este produto é melhor do que aquele e essa afirmação se espalha com rapidez.

Um exemplo do que estou a dizer é o sal rosa dos Himalaias. Depois de ter feito alguma pesquisa, concluí que o investimento não justifica os benefícios (mas não critico quem opte diferente), pelo menos, não para mim.

Outro exemplo do mesmo género é comprar sal grosso para cozinhar e sal fino para temperar.

Já viram bem o preço por quilo do sal fino? Em comparação com o preço por quilo do mesmo sal, mas grosso?... (Não estou a afirmar que compro deste ou daquele, apenas comparo preços de uma mesma mercadoria).

Pois é. A comodidade paga-se. Quatro vezes mais cara, no mínimo.

Afinal, será que triturar sal custa assim tanto, que justifique o quadruplicar do preço por quilo?...🤔

Fui experimentar.

Coloquei um pouco de sal no moinho do meu robot de cozinha, e triturei na velocidade máxima, uns 15 segundos.

E voilá!, sal fino 😉:



Há coisas tão corriqueiras e tão fáceis de conseguir, que até parece mentira deixarmo-nos levar pela "comodidade"...🙄

Mas a verdade é que deixamos. E um pouco aqui, um pouco ali, lá se vai o "SALário"!!!😅

Cumprimentos, e não deixem que vos roubem o SALário que tanto custou a ganhar!😉
Ariana

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Valores

(Aviso que este post será grandito, e obriga a uma leitura mais calma e menos "enviesada" para me entenderem.)

Cada pessoa valoriza aquilo que mais sentido faz para si, para a sua vida.

Para alguns, nada é mais importante que o DINHEIRO. Sim, devo concordar, o dinheiro é importante. Mas para mim, não vale mais do que outras coisas, que me trazem mais felicidade e paz mental à minha vida.

Por exemplo, UMA VIDA SEM DOR. Até chegar onde estou, com uma fibromialgia "adormecida" e duas hérnias discais que quase que não se queixam, tive de gastar dinheiro em compras e serviços para buscar alívio da dor. E tempo, para implementar hábitos que me garantiram maior qualidade de vida. E esforço, em procurar soluções diferentes das que me foram oferecidas pela classe médica, mas que pouco funcionavam.

Fiz destas prioridades um objectivo, não só para o meu benefício, mas também para o benefício daqueles que mais amo.

Gastei 120€ por mês em suplementos que, de acordo com as últimas pesquisas e ensaios clínicos, melhorariam em muito a depressão clínica da minha mãe (que é crónica e dura há exactamente 41 anos). O que, no espaço de dois meses de toma, veio a comprovar-se verdadeiro. Já conseguiu até reduzir a medicação anti-depressiva que tomava, há anos, sem grandes resultados. Para mim, isso foi MUITO MAIS VALIOSO do que os 120€ por mês que gastei.

Também para o maridão, já vos contei todos os esforços que empenhei para lhe garantir maior qualidade de vida. Gasto mais tempo, mas o benefício ganho em saúde e bem estar dele vale mais que todas as horas gastas.

E finalmente, e também graças a uma ajudinha extra da parte da Cristina do Descontos, conseguimos trazer maior qualidade de vida ao nosso amor de quatro patas.

Ele é diabético. Para garantir o seu bem estar, eu já cozinho e peso todas as suas refeições, mas ultimamente ele fazia uma ou duas hipoglicemias POR DIA... O veterinário já não sabia mais o que fazer para estabilizarmos os valores de glicemia do bichinho.

Eu já tinha a ideia, há algum tempo, de aplicar o sensor Freestyle Libre da Abbott. Mas, sem nenhuma certeza de que funcionaria, o investimento de 160€ no leitor+2 sensores parecia arriscado.

Mas depois de uma conversa com a Cristina, ganhei esperança de que poderia funcionar, e mesmo sem o leitor, fui comprar os sensores. Instalei 2 aplicações no meu telefone, o Glimp S, que serve para activar o sensor, e o Glimp, que serve para fazer as leituras do sensor.

Sexta, como foi feriado, aproveitámos para fazermos tudo de uma vez: rapar o pelo do canito, aplicar o sensor (com muuuuuuuuiiiiiiito medo de o magoar), activar o sensor e calibrá-lo ao longo do dia. Foi um verdadeiro sacrifício passar todo o dia em casa, só de volta do cão.



Mas, logo no dia seguinte, os resultados fizeram-se sentir: a medição na App estava calibrada e semelhante à medição realizada por picagem da orelhinha.

Obrigada à Cristina, que foi o impulso final que eu precisava para arriscar os 53€ nos sensores, levando na ideia a esperança de nunca mais ter de cortar a unha "pelo sabugo" do meu doentito. Nunca mais terei de causar dor lancinante ao meu amigo de quatro patas, que me é sempre infinitamente leal e dedicado, apesar de nos últimos 2 anos eu ter-lhe dado uma vida de verdadeiro sofrimento apenas para o manter vivo.

E isso, meus amigos, VER OS MEUS COM UMA VIDA MAIS LEVE E SEM DOR, vale ouro. Não tem preço. Daria tudo o que tenho em dinheiro, tempo e energia, desde que com isso lhes concedesse uma vida melhor.

Porque realmente, a coisa de maior valor que existe é esta: O AMOR.

Cumprimentos, e, se tiverem a disponibilidade mental para isso, meditem também nos vossos valores! A que é que dão mais valor?
Ariana

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Primeiro Estranha-se, Depois Entranha-se

Experimentei a massa da Vianeza de trigo sarraceno.


Não.  Não sabe à massa normal de trigo. É um facto.

Mas achei que ficava bem com os cogumelos e ervilhas que cozinhei para acompanhar.


No fundo, é apenas uma questão de treinar o nosso paladar. Não rejeitar logo à primeira (ouviste, maridão?😅) mas continuar a experimentar outro tipo de alimentos, de vez em quando repetindo, pois há coisas que "Primeiro estranha-se, depois entranha-se!"😁

Esta é uma delas.😉

Mas acho que, da forma como a cozinhei, não ficou nada mal😉.

Aqui vai:

4 bifes de peru, da perna, cortados aos cubinhos
100 g massa de trigo sarraceno
2 latas de cogumelos fatiados
200 g de ervilhas congeladas
Azeite q.b.
Alho em pó
Pimenta
Alecrim
Sal

Temperei os pedacinhos de peru com alho em pó, sal e pimenta e reservei.

Coloquei uma panela com 1 litro de água a ferver, com um fio de azeite.

Quando começou a ferver, coloquei as ervilhas, esperei até começar novamente a ferver, e aí sim, coloquei a massa e o sal. Deixei cozer pelos minutos exactos que diz a embalagem, nem mais, nem menos, para deixar a massa al dente. Assim que completou os minutos, escorri a água quente e reservei a massa com as ervilhas.

Numa frigideira, pus azeite q.b. para fritar os cogumelos, Temperei com um pouco de sal, pimenta e alecrim (pouco, que a carne também já tem tempero). Deixei fritar até ter evaporado toda a água dos cogumelos. Juntei a carne, e deixei fritar. Quando pronta a carne, juntei na mesma frigideira a massa com as ervilhas, e misturei bem.

E já está! Jantar feito em menos de 15 minutos. 😉

Cumprimentos, e tenham um bom fim de semana prolongado!

Ariana

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

As Duas Últimas Semanas, Em Números

86 horas de trabalho


68 horas de sono




1620 km de autoestrada



27 horas em viagem



36 lancheiras preparadas



15 horas a passear o cão



15 saquinhos de refeições preparadas para o 4 patas



5 crises de hipoglicemia do bichano



3 unhas cortadas "pelo sabugo" ao cão, para fazer sangue (😩 coitado, ele grita tanto, meu Deus, o que sou obrigada a fazer-lhe para o ajudar...😰)



6 pães caseiros


Dois bolos



Lazer?...🤔

😳1 hora no planetário. E 1 hora de sofá no domingo...📺

Ah!😊 E 8 posts aqui no blog 🙂

Foram 2 semanas de loucos, mas amanhã acabarão.
E em parte, é por tudo isto que não tem havido a (minha) ementa semanal...🙄 porque simplesmente não deu para programar e preparar antecipadamente 🤷‍♀️.

E as vossas semanas, como têm sido?🙂

Cumprimentos, está quase aí  o fim de semana grande!😉
Ariana


terça-feira, 29 de outubro de 2019

Pensar Poupado

Na maioria das vezes, as nossas decisões, grandes ou pequenas, têm por trás um impulsionador emotivo.

Antes da mente nos arranjar "razões " para ir por determinada escolha ou não, o coração já ditou a sua sentença. É ou não é verdade?🙂

Por exemplo, imaginemos que quero mudar de casa. Encontro uma que fica dentro do meu orçamento,  mas por algum motivo, não gostei dela. Depois encontro uma que é exactamente o que gostaria de ter. Mas o preço é um pouco alto para o meu orçamento. O que é que faz o coração? Inunda-nos com sentimentos de deslumbramento pela dita, com pensamentos sinuosos de que, se fizer este ou aquele sacrifício, talvez consiga... Se fosse apenas a mente, a razão, a determinar as nossas decisões, a escolha estaria feita logo de início, não era?

Isto tudo para reforçar que, se quero viver uma vida poupada, orientada, não esbanjadora, em primeiro lugar tenho de aprender a pôr os sentimentos de lado e a ouvir mais a razão.

Claro que se algo está ao nosso alcance, é uma decisão acertada e ainda por cima gostamos dela, é ouro sobre azul!😉

Mas esse não é o cenário mais frequente.

Por tudo isto, esforço-me para não me esquecer que, se hei-de ser uma pessoa orientada, devo continuar a mudar o meu processo de pensamento. Tenho de manter o objectivo de "Pensar Poupado".

E neste fim de semana assim o fiz. Eis alguns exemplos:


Sempre que preparo os saquinhos de refeições do meu canito, tenho de colocar 130 g de vegetais em cada um. Muitas vezes, por via da comodidade, compro os vegetais congelados, despejo-os todos  juntos na panela, e cozo.

Desta vez, tinha dois talos de brócolos no frigorífico que eram para uma sopa para nós, mas que estavam a ficar velhos. Para a sopa eu já não estava a achar que ia aproveitá-los. Mas para os vegetais do cão,  porque não?...


Cortei em cubinhos, e foi tudo aproveitado!😉

Outro exemplo foi o do doce. Tinha comprado um doce que, ao provar, nem eu nem o maridão conseguíamos comer, de tão amargo que era...😝

Deitar fora?... Naaaaa. APROVEITAR!😉 Tinha em casa mais dois frascos de doce, todos dentro dos mesmos frutos:

Este era o amargo...


Juntei os 3 doces num tacho, adicionei casca de limão, canela e açúcar amarelo, e deixei ferver.




No fim, foi só recolocar nos frascos já lavados e esterilizados, e guardar!

E ficaram ótimos!🤤🤤🤤

Ainda outro exemplo foi o do "arroz xau-xau".

Porque é que "arroz xau-xau" está entre aspas?...😊

Bem, porque tinha usado esta mistura de vegetais para fazer um arroz que tivesse menos arroz e mais vegetais, para ingerirmos menos hidratos às refeições.

Só que, o arroz feito assim, não ficou muito apetecível... Honestamente arrependi-me da ideia à primeira garfada... 🙄 Que fazer com o resto?... Deitar fora?

Naaaaa!..😊

Bota-se uns ovos mexidos, uns cubinhos de fiambre e já está!  "Arroz xau-xau" para toda a gente!😁 E nem o maridão se apercebia que era a mesma mistura que antes, se eu não lhe tivesse dito!😁

Objectivo "Pensar Poupado" conseguido!😁

E por aí, como é que combatem os desejos e tendências esbanjadores?..🙂

Cumprimentos, e continuem a "Pensar Poupado"!😉
Ariana

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Como Silenciar um Relógio

😊 Sabem?... Daqueles que fazem "tic, tac, TIC, TAC" e que a cada segundo parecem que nos entram pelos ouvidos com uma intensidade cada vez maior que ao fim de um tempo parecem marteladas no silêncio da nossa cabeça???🥴

Pois, desses.😋

Comprei um relógio para pôr na parede da minha cozinha. Até aqui, tudo bem.

Só no silêncio da noite, quando estávamos no sofá a querer ver algum programa de televisão, é que nos apercebemos como o "tic, tac" dele era estridente e irritante...

Tal é a irritação,  que o maridão já falava em mandá-lo "calar"...😋 de vez!

Ora, a hora mudou este fim de semana, e lá vai a Ariana mudar os ponteiros do dito relógio.

"Mas será que não há uma maneira de te silenciar um pouco?..."🤔

Reparei que a parte de trás do relógio era uma espécie de caixa, que servia como caixa de ressonância quando o relógio estava encostado à parede...

"Ok.

Uma coisa para encher esta caixa...🤔

Papel?... Papel não é o melhor isolante, mas nada como tentar!"🤷‍♀️

"Forrei" a tal caixa, onde está o mecanismo do relógio, com papel que estava para ir para a reciclagem.


E voltei a pô-lo no seu lugar, na parede onde estava.





Conseguem ouvi-lo?...😊

Pois.😋

Nem eu!😁

Mais um problema resolvido, sem custos e com material que estava destinado ao descarte!😁É o que se chama um dois-em-um!😉

Cumprimentos, e tenham um bom início de semana!
Ariana